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JUNO E ZEUS
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As festas “juninas” são comemoradas praticamente no mundo inteiro, assim como a veneração da deusa Juno e do chefe supremo do Olimpo - Zeus. Através de contemporizações e ecumenismos, a nova religião de Constantino tentou agradar a gregos e troianos, depois de rebentar a camisinha e engravidar um paganismo híbrido com o Cristianismo A deusa Juno aparece em todas
as notas de real e em moedas, para homenagear uma de suas várias
faces: Juno Moneta – a deusa da prosperidade e do sistema monetário.
Também chamada de Ceres em outras regiões, sempre foi
motivo de festa entre os dias 21 a 24 de Junho, nome do mês em
sua homenagem. Aparece na Grécia e em Roma, muito antes do nascimento de Jesus Cristo, outra figura conhecida como Zeus ou Júpiter. Esse deus ou santo, teria se casado com Juno, sua irmã, constituindo claramente um incesto. Tinha seu templo construído no centro da cidade, e sua estátua permanecia sentada num trono com um pé ligeiramente à frente para ser beijado pelos fiéis. Hoje o “folclore” se misturou com o Cristianismo, gerando a festa de São Pedro, que também tem o seu trono e seu pé ligeiramente à frente para ser beijado. Para a maioria dos que dizem: “Já que tão, que vão”, não muda nada conhecer a verdadeira história pagã das festas “Juninas”. Isso pode ser considerado apenas uma “coincidência”, para não voltar atrás e deixar a idolatria. Porém, para aqueles que adoram o único Deus verdadeiro em Jesus Cristo, faz uma grande diferença conhecer a religião dos antigos gregos e romanos, e compara-la com o que pregaram os apóstolos Pedro e Paulo em Atos dos Apóstolos.
Pr. Waldir C. Grooders
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