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Minha família, meus amigos Imprimir

Nos atropelos do dia a dia, nem notamos quem são os nossos verdadeiros amigos. E a cada dia que passa, mais necessitamos de amigos, e menos eles aparecem. Quando ficamos doentes, internados ou não, precisamos de amigos para nos consolar e encorajar. São momentos difíceis que passamos, e ali se mostram os verdadeiros amigos. Muitos nem tomam conhecimento, pois talvez não precisem de nós para os seus interesses.

 

Quando alguém está hospitalizado, principalmente quando for uma mãe e dona de casa, quantos vão e se oferecem para passar a noite com a amiga? Quantos se oferecem para limpar a casa, lavar e passar a roupa, cuidar dos filhos ou ainda dar uma ajuda financeira? Quantos irão aparecer? Que tipo de amigos nós somos realmente? Cristo dizia que nós seríamos conhecidos como seus discípulos pelo amor recíproco com que nos amarmos. Afinal, discípulos de quem nós somos?

 

Quando morre alguém numa família, quem vai ajudar a providenciar o caixão? Quem vai atrás de um lugar no cemitério? Sabe quem? Geralmente aqueles que moram debaixo do mesmo teto do falecido, pois os amigos e até parentes ficam olhando de longe porque estão com medo de terem que pagar alguma coisa. Por isso cada vez mais precisamos considerar os amigos que temos em casa, tão perto de nós e às vezes tão pouco abraçados e valorizados.

 

Cada vez mais são os da mesma casa que ajudam, como se só eles tivessem alguma coisa em comum. Nos momentos que as pessoas ficam mais confusas pela doença e até pela morte, é aí que mais elas esperam que a nossa religião seja realmente diferente das demais. E, se ela não for diferente, ela não passa de balela e nós de falsos profetas.

 

Quem aparece de madrugada nos velórios? Quantos dão o seu apoio nessas horas tão difíceis? Novamente aqueles que têm uma religião diferente: a religião do amor ensinado por nosso Senhor Jesus Cristo a todos que queiram ser como Ele – amigos de verdade.

 

Cristo disse que mais abençoado é dar do que receber. Também disse que da mesma forma que nós quisermos ser tratados, devemos primeiro tratar os outros. Por isso tão pouca alegria e satisfação em ajudar. Por isso cada vez menos gente recebe, porque cada vez menos se dá. Como seria bom se uma hora dessas resolvêssemos quebrar o protocolo da maioria, fazendo a diferença e nos sentindo como cristãos e amigos verdadeiros, mostrando que somos e podemos ser diferentes, porque Cristo também é diferente: Ele viveu o que pregou.