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Separando os espíritos Imprimir

O mês de outubro tem se transformado na imitação mais perfeita de alguns meses pagãos, no seu mais perfeito sincretismo. Uma conversa leva a outra, ou, como diz a Bíblia, um abismo chama outro. As festas pagãs misturavam religião, ou, na melhor definição: idolatria, com muita festa em trajes típicos regados a muita comida e bebida, terminando sempre no despertamento geral de espíritos de prostituição. O arquiinimigo de Jesus Cristo trabalha durante séculos para obter êxito nos seus planos de destruir o ser humano e envergonhar a Deus.

 

Os espíritos – anjos decaídos – sempre foram personagens ativos no engano do ser humano que acha que pode se comunicar com os mortos, quer seja beneficiando-os ou se beneficiando através de rezas e intercessões. Esses espíritos mentirosos conhecem a vida dos seres humanos desde o jardim do Éden. Sabem imitar seus vícios, seu jeito de andar e de se vestir, de falar e até imitam a sua voz, enganando os incautos e fazendo-os crer que estão falando realmente com as pessoas falecidas. Na Bíblia Jesus Cristo foi claro e categórico quanto à mentira deles. No Velho Testamento Deus sempre proibiu qualquer tentativa de comunicação com os mortos, que era um dos costumes comuns aos pagãos.

 

Na semana passada tivemos no mínimo uma cena totalmente pagã, quando um deputado que dirigia a presidência da mesa, numa sessão em homenagem a Chico Xavier, foi literalmente possuído por um desses espíritos enganadores. Começou a fazer gestos com as mãos imitando alguém falecido, e logo a seguir imitou também a voz, e isso em plena sessão, para espanto de alguns e euforia de outros que viam diante de si a mais pura manifestação de sua religião representada por um deputado.

 

A Bíblia escrita pelo Espírito Santo, leia-se: DEUS, é banida em muitos círculos dando lugar às “bíblias” dos espíritos enganadores. Nos programas de televisão é visível a discriminação de pastores, dando lugar às seitas orientais de infindáveis reeencarnações onde o pecado não existe, e se existe, jamais precisou do sangue do Filho de Deus – Jesus Cristo - para que seja perdoado. Seus representantes têm livre acesso para responder as dúvidas do ser humano quanto a morte, conservando-o na mentira e no engano através desses espíritos que não querem que a Verdade seja conhecida, e possa finalmente libertar seus cativos.

 

Graças a Deus que todos os dias, centenas de pessoas são libertas desses espíritos que já faliram o ser humano na busca de seu aperfeiçoamento, uma vez que a humanidade está cada vez pior, pois não quer se ajoelhar diante do verdadeiro Deus – Jesus Cristo.