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Cadê as evidências? Imprimir

“Certa testemunha voluntária de um assassinato de uma pessoa, morta com dois tiros, foi inquirida pelo Juiz se ela havia visto o assassino atirar. A testemunha prontamente disse que ouviu os tiros. O Juiz manda imediatamente que se retire da sala de audiências, dizendo que apenas ter ouvido os tiros não provava nada.

 

A testemunha ao sair da sala, sem olhar para trás, solta um pum bem alto. O Juiz ao ouvir isso, manda trazer de volta a testemunha dando-lhe voz de prisão. A testemunha, chegando perto do Juiz lhe faz a seguinte pergunta:

 

- Sr. Juiz, o senhor viu quando eu soltei o pum?

 

O Juiz lhe responde dizendo que não, mas diz que ouviu. Nisso, a testemunha sai calmamente da sala e em silencio, sem ser presa”.

 

Moral da história: “Ouvir não importa; importa ver”.

 

O que você acabou de ler é uma piada muito conhecida, mas que serve de ilustração das coisas que estão acontecendo em nosso país no cenário político. Está na moda a filosofia: “Só vale se for filmado”. È aquela velha história de nosso tempo de colégio. Quando um aluno vai entrar no banheiro e encontra o vaso borrado, certamente a professora vai ouvir a história de sempre: “Já estava assim quando eu entrei”.

 

Que vergonha. Enquanto mais portas continuarem sendo abertas para prender mais “rabos”, o país não poderá ser passado a limpo, isso entre centenas de uivos de “rabos presos”.

 

Que Deus nos envie um homem que não tenha medo de nada e de ninguém, assim como Daniel na Babilônia, que amava o Deus vivo e que governou o país com sabedoria e prosperidade, sem se vender para as “iguarias do rei”.