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Carência ou ganância ? Imprimir

É muito interessante notar como nos últimos anos as coisas têm diminuído de tamanho, enquanto o homem paga cada vez mais imposto. A começar pelos tijolos, em muitas fábricas eles encolheram tanto que se comparados aos de alguns anos atrás, hoje são necessários dois. A talha de lenha encolheu mais que o tamanho dos fogões. Ao usarmos papel higiênico, temos que usar o dobro porque ficou mais estreito e muito mais fino. Desodorantes em embalagens grandes e eróticas, contém em torno de 50 g. Remédios em pomadas, grande parte delas contém ar fazendo parecer que estão cheias. Alguns sorvetes, quando colocados na boca derretem mesmo!

 

Ao falarmos em carros, se a coisa continuar assim, as rodas e os pneus serão opcionais. Tudo se reduz para ganhar mais ou perder menos. Sem falar dos produtos adulterados como a gasolina, remédios e outros que nos fazem sentir vergonha de gente inescrupulosa que aposta em tudo menos na moral e na honestidade.

 

Por causa dessas coisas os bons acabam sucumbindo a essa pilantragem, e já não se pode mais confiar que 1kg seja 1000 g. Deus nunca quis que as coisas fossem assim. Ele sempre deu prosperidade aos justos, e àqueles que O amam. Só para se ter uma idéia, o judeu plantava seis anos a terra e a deixava descansar no sétimo. Nunca precisou de adubo ou pesticidas e sempre colhia com fartura.

 

Outra coisa que nos chama a atenção é o homem que colhe o que pode e não divide com Deus, o Dono. Até 30 ou 40 anos atrás, muitas igrejas faziam a festa da colheita, ou seja, se trazia os frutos maiores e mais viçosos para a igreja em doação como primícias ou dízimas de gratidão. Estes eram colocados na escadaria da igreja e no final do culto eram leiloados para reforma, construção ou aquisição de equipamentos para o templo. Hoje, pois é, hoje as escadarias das igrejas estão vazias, e não só as escadarias como as próprias igrejas que têm que apelar para os comes e bebes. Por esse motivo os homens gemem pela terra e se intoxicam cada vez mais no próprio veneno da ingratidão.

 

Os cultos dos judeus duravam uma manhã inteira. Eles ficavam em pé mais de 1 hora só para ouvir a leitura da Palavra de Deus. A outra quarta parte da manhã ficavam louvando a Deus com instrumentos de música e cânticos de júbilo, em adoração ao Deus Vivo que lhe dava bênçãos e vitórias. Em outras palavras, certamente havia motivo para tanta euforia! Hoje... é... hoje se vai ao culto na primeira marcha e com o freio de mão puxado como para um velório e com hora marcada para sair. Quem sabe iremos copiar a moda dos Estados Unidos, onde os homens vão aos cultos no domingo de manhã, de uniforme de jogador de tênis e com os apetrechos para uma “partidinha” depois do culto. As madames levam seus cachorros para o culto aproveitando o passeio. Nos coloquemos por alguns instantes no lugar de Deus, e sejamos honestos conosco mesmos. O que você faria pela humanidade, considerada por Ele de geração incrédula e perversa?...