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Moral existencial x Terapia de grupo Imprimir

 

O ser humano ao ver seu semelhante num labirinto existencial cada vez mais complexo, tenta criar novas formulas e métodos de auto-estima e produtividade. Um desses métodos é a terapia de grupo, baseada na liberação do verdadeiro “Eu” sem restrições. Cada componente do grupo deve respeitar os demais componentes, no que tange a pensamentos e atitudes contrárias, até que todos cheguem a um denominador comum de crenças e conceitos, e até de atitudes espontâneas.

 

Enrolado em rótulos cristãos, mas de cunho hinduísta, a terapia de grupo já foi aplicada na Rússia na implantação do comunismo; Como também na Alemanha por ocasião da implantação do Nazismo, por Hitler. O objetivo primordial desta terapia - muito bem camuflada pela Nova Era - é fazer com que o ser humano extravase seus sentimentos; Fazer tudo aquilo que ele sempre quis fazer ou dizer. Aquilo que estava aprisionado em sua mente e coração, em respeito à moral e ética da religião - que dita os bons princípios de “bom menino” - finalmente podem ser quebradas e traduzidas para um novo conceito de existência do “liberou geral”.

 

Esta nova maneira de se ver a si mesmo, liberto de tudo e de todos, cria um novo grupo com similaridade com outros grupos que pensem da mesma forma. Estes grupos se identificam entre si pela libertação do seu “eu” interior, e podem facilmente serem induzidos a praticarem qualquer ato, se necessário até extremo, uma vez que a sua mente foi condicionada a avaliar qualquer ato baseado na liberdade total de expressão moral ou física.

 

Um segundo objetivo camuflado na terapia de grupo, é ridicularizar “os certinhos”. Uma vez que foi provado que todos erram, também aqueles que se espelham nos mandamentos de Deus, seria ridículo continuar preservando paradigmas cristãos que já se tornaram obsoletos. Dando assim às pessoas à liberdade, não pelo conhecimento da Verdade, mas, pela libertação das atitudes aprisionadas pelas leis morais impostas pelo próprio Criador. Em outras palavras, é mais uma forma de afastar ainda mais o ser humano de Deus, e soltar o resto das amarras de retidão, que ainda prendem as pessoas para que não façam aquilo que lhes dá na telha.

 

Como todo projeto que pode ter seu lado bom, infelizmente o perigo sempre está na fonte. Quando a fonte está envenenada, uma população inteira pode morrer envenenada pelas águas poluídas que ela leva para todos. Sentar na grama em local proibido, para aquele que nunca sentou, pode ser interpretado como terapia de liberdade. Fazer algo que você nunca fez, por sempre respeitar o “Proibido”, pode ser interpretado como uma libertação de conceitos e preconceitos, mas, que, fatalmente vai cauterizando as consciências das pessoas, para que não respeitem mais nenhuma lei. Semáforos se tornam obsoletos, se grupos pensarem que leis foram feitas para serem transgredidas, e se fazendo isso pessoas se sintam bem ao transgredi-las.

 

O que mais me preocupa nisso tudo, é que possivelmente encontre leitores deste artigo que não concordem comigo, que de alguma forma já foram influenciados pela nova onda de libertinagem, a exemplo de rótulos como: “Rebeldes”.