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É triste constatar isso, mas, para muitos a religião está morrendo. Em Atos dos Apóstolos, cap. 1:3 diz: “Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias...(ênfase minha). Isto quer dizer que durante quatro domingos depois da Páscoa Jesus Cristo apareceu aos apóstolos e discípulos, e depois subiu numa nuvem diante de todos (vers. 9). Cadê o feriado de ASCENÇÃO DE NOSSO SENHOR? Sumiu dos calendários, por que? De onde surgiria tal inspiração para rasgar mais uma página da Bíblia Sagrada e apagar esse grande milagre?

 

Por ordem do próprio Senhor Jesus, quase 120 pessoas incluindo as mulheres, Maria mãe de Jesus e seus irmãos, deveriam aguardar em oração e não sair de Jerusalém até que recebessem a promessa da vinda do Espírito Santo (Atos 1: 4,14 e 15). Note bem, não foram só os onze como querem alguns que nunca conheceram o Pentecostes. Aos 50 dias depois da Páscoa o Espírito Santo veio como línguas de fogo distribuídas sobre todos os que estavam reunidos e começaram a falar em outros idiomas com uma coragem inegável, enquanto alguns ignorantes diziam que eles estavam “bêbados”. Onde está a festa da igreja comemorando a descida do Espírito Santo, a terceira Pessoa da Santíssima Triunidade Divina? O gato comeu?! E não estou preocupado com o Juliano nem com o Gregoriano, mas, com a omissão da Igreja.

 

Em Atos 2:39 o apóstolo Pedro diz claramente: “Essa promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe; a tantos quantos Deus Nosso Senhor chamar”. E agora? O céu já encheu? Deus não chama mais ninguém hoje, como nós os que ainda estávamos longe naquele dia?! Ou será que o comodismo da religião de hoje enterrou a principal arma da igreja primitiva deixando-a enferrujar? O Espírito Santo estará convosco para sempre – dizia Jesus.

No capítulo 2 de Atos vemos um Pedro revestido de autoridade declarando publicamente sem medo dos adversários que eles haviam matado Jesus, mas, que a morte não pôde segura-Lo pois estava vivo. Desta mensagem de poder com autoridade se batizaram 3.000 pessoas num dia, e estes não eram mais pagãos dos de hoje que também como aqueles tinham seus templos no centro da cidade.

Em Atos 3 vemos um Pedro cheio do Espírito Santo mudar o destino de um mendigo paralítico deitado na escadaria da igreja onde Pedro e João costumavam orar. Está escrito: ORAR. Aquele homem representa muito bem a religião de hoje: deitado, paralítico e necessitado de milagres porque satanás o atacara. Porém isso não era problema para um homem que valorizava o Pentecostes e era batizado no Espírito Santo. Um homem que tinha por apelido “rocha”. Alguém que conhecia o poder do Nome de Jesus Cristo, como alguém que realmente representava a Igreja do Deus Vivo e Verdadeiro. Este homem, antes mudo e tímido, retraído e fechado em si mesmo, agora grita a palavra de ordem ”: Não tenho prata nem ouro, mas, o que tenho te dou: Em nome de Jesus Cristo o nazareno, te levanta e anda”. Pegou-o pela mão direita, e ele andou saltando e louvando a Deus apegado a Pedro e João dentro da igreja. Não demorou muito para a religião cega da cidade, com a anuência das autoridades, mandar prender a Pedro e João, proibindo-os terminantemente de falarem e pregarem nesse Nome “Jesus”, porque muita gente saía da igreja para seguir os apóstolos, se convertiam e eram batizados no rio Jordão recebendo o dom do Espírito Santo.

 

Se a Igreja de hoje não se desfizer da “prata e do ouro”, e não valorizar o Nome de Jesus Cristo e sua Palavra, será uma Igreja sem poder e sem vida, trocando o Espírito Santo por massa redonda de pastel e caminhadas de paz, 60 (?) dias após a Páscoa.